Lula decreta intervenção federal no DF

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Bolsonaro passou 4 anos no cargo e não assinou uma intervenção federal no DF porque, segundo ele, jogava nas 4 linhas da Constituição.
Lula, que para muitos não obteve maioria dos votos, em 8 dias, assinou, na tarde deste domingo (8/1), uma intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal por meio da Garantia da Lei e da Ordem (GLO). O objetivo é impedir qualquer ato, considerado qualquer um deles como ANTI-DEMOCRÁTICO, contra o seu novo governo.

O jornalista (ou seja, não ligado à segurança pública) Ricardo Garcia Capelli, atual secretário-executivo do Ministério da Justiça, será o interventor no DF. A intervenção é limitada ao âmbito da segurança pública e valerá, inicialmente, até o dia 31 de janeiro.
Como descrito, o Interventor é alguém ligado ao atual governo e não tem experiência com segurança pública. É um político jornalista nomeado para um cargo público.

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Com a medida, as Forças Armadas, com os generais nomeados por Lula, poderão atuar na capital federal para a retomada da ordem pública.

Por ordem da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, a Polícia Militar atuava para conter os manifestantes, mas não obteve êxito.

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, também havia determinado o emprego da Força Nacional, o que também não foi suficiente.

Mais cedo, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder do governo no Congresso Nacional, afirmou que acionaria a Procuradoria-Geral da República (PGR) para que fosse decretada intervenção na segurança pública do Distrito Federal. Nem precisou, conseguiram atingir o objetivo com a assintura direta pelo próprio padrinho político do senador e nomear alguém da casa.

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Agora não háverá espaço para qualquer ato contrário ao novo governo. As Forças Armadas, que muitos que estava em frente aos quartéis, acreditavam ser a solução de seus problemas serão, como parte do estado, os seus algozes.
Desde o golpe da República as Forças Armadas seguem o interesse de sociedades secretas.
Quando tiveram a oportunidade, tomaram o poder e fizeram uma série de banzeradas que deram aos comunistas o espaço intelectual nas universidades e na mídia.

A tendência é que os ânimos dos envolvidos só aumentem com as medidas tomadas e a não entrega do Código Fonte pelo TSE.
A não entrega de tal código é, para muitos, a demonstração de que houve fraude nas eleições.

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