Candangada

Presos em Ceilândia, suspeitos de furto milionário a joalheria no DF

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O crime, minuciosamente planejado, resultou em um prejuízo de R$ 2 milhões. Os criminosos invadiram o estabelecimento pelo teto durante o feriado da Sexta-Feira Santa.

Nesta terça-feira (2 de junho), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) efetuou a prisão de dois homens, de 23 e 24 anos, na região administrativa de Ceilândia. A dupla é acusada de envolvimento em um audacioso furto de joias avaliadas em R$ 2 milhões, ocorrido em uma joalheria de um shopping em Brasília.

O crime ocorreu no feriado da Sexta-feira Santa, em 3 de abril, e chamou a atenção das autoridades pelo alto nível de planejamento. De acordo com as investigações, um dos suspeitos conseguiu acessar o interior da loja pelo teto. Após invadir o local pelo forro, ele se dirigiu diretamente ao cofre e subtraiu as peças de alto valor. Imagens do circuito interno de segurança registraram o momento em que o indivíduo deixa o estabelecimento carregando uma sacola preta, que foi utilizada para transportar todo o material furtado.

Operação Chrysina

A ofensiva policial foi conduzida pela Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), que deflagrou a chamada “Operação Chrysina”. O nome da operação é uma alusão a um gênero de besouros conhecido por possuir uma carapaça brilhante que se assemelha fisicamente ao ouro.

Além da prisão dos dois suspeitos, os agentes cumpriram oito mandados de busca e apreensão na região de Ceilândia. Durante as diligências, foram recolhidos documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais que serão submetidos à perícia. A análise desses itens apreendidos é considerada essencial para o avanço das apurações, pois pode ajudar a esclarecer a fundo a dinâmica do crime.

Histórico criminal e próximos passos

A polícia revelou que um dos detidos já possui vasta experiência nesse tipo de delito, acumulando passagens por crimes semelhantes nas cidades de Anápolis, em Goiás, e em Manaus, no Amazonas. O segundo jovem preso, no entanto, não possuía antecedentes criminais registrados até o momento.

As investigações da Corpatri seguem em andamento. O foco atual da corporação é identificar e localizar um terceiro suspeito que teria participado do planejamento e execução do furto, além de rastrear os receptadores responsáveis por tentar repassar as joias roubadas no mercado paralelo.

A corporação reforça que a população pode colaborar com as apurações de forma totalmente sigilosa. Qualquer informação que ajude a localizar os demais envolvidos no esquema ou o paradeiro dos itens levados da joalheria pode ser repassada anonimamente pelo telefone 197 da Polícia Civil do Distrito Federal.

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