O ministro do STF Marco Aurélio Mello ataca o ministro Kassio Nunes Marques por abertura de templos religiosos

O ministro do STF Marco Aurélio Mello ataca o ministro Kassio Nunes Marques por abertura de templos religiosos

O ministro do STF Marco Aurélio Mello, resolveu atacar o ministro Kassio Nunes Marques, em uma entrevista à CNN Brasil, nesta terça-feira (06/04/2021), por ele declarar que o fechamento das igrejas seria um ato de hipocrisia.

Para o primo do ex-presidente Collor, Marco Aurélio, tornar as igrejas um serviço não essencial “não é hipocrisia, mas realidade”, pois a medida seria necessária para o combate à Covid-19 no país. Não trazendo qualquer dado estatístico que comprove sua opinião. Os dados de São Paulo mostram o oposto, o fechamento de Igrejas nada diminuiu os casos de COVID-19.

Para ele, ao se posicionar contra as medidas autoritárias de restrições, o ministro Nunes Marques estaria se mostrando um “assanhado” e “se sentindo.”

“Vamos rezar em casa (…) O melhor altar é o lar”, disse o decano à CNN. Um claro pensamento de uma pessoa que não reza sequer em casa, que não entende o que representa a Oração e o que é uma Missa para um Católico Apostólico Romano. Uma pessoa que acreidita ser um Deus, faltando apenas o Mojolir do Thor para soltar raios pelas mãos. O fim de sua vida está próximo e notará que ele morrerá como todos os demais mortais.

As medidas de fechamento das igrejas ferem o Art. 5º da Constituição Federal, que trata como “inviolável a liberdade” do “livre exercício dos cultos religiosos.”

Na quarta-feira (07), o Plenário do STF julgará a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 811, e poderá referendar uma decisão de Gilmar Mendes, na segunda-feira (05), que manteve as igrejas do estado de São Paulo fechadas. A propósito, pergunta-se: Alguém já viu o Gilmar Mendes dentro de alguma Igreja?

Para Mendes, as medidas – impostas desde 2020 – são ‘excepcionais’, e por isso não ferem os direitos constitucionais dos cidadãos. Ocorre que não existe tal previsão legal na Constituição de 1988.

Nunes Marques, no entanto, já definiu no último sábado (03), ao julgar Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) da Associação Nacional de Juristas Evangélicos contra o decreto vigente no município de João Monlevade (MG), que a proibição do serviço religioso estaria proibida em todo território nacional.

A lógica elementar evidencia que para Marco Aurélio Mello conceder liberdade a “André do Rap”, acusado de chefiar o tráfico de drogas internacional do PCC no porto de Santos, e a outros criminosos, é mais constitucional que garantir o direito dos cidadãos de professarem publicamente a sua fé.

A maioria dos indicados políticos do STF não possuem religião, ou se a possuem, é uma própria em que eles são o deus, o adorador do deus e o demônio. Como fazem com o Inquérito do Fim do Mundo em que acusam, impedem o conhecimento dos autos, apuram, legislam e julgam.

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