Inquérito das Fake News: Inquérito é Natimorto, diz Marco Aurélio

Inquérito das Fake News: Inquérito é Natimorto, diz Marco Aurélio

Inquérito das Fake News

Marco Aurélio diz que inquérito das Fake News conduzido por Alexandre de Moraes é “verdadeiro juízo de exceção”

No Julgamento do conhecido “Inquérito das Fake News” ou “Inquérito de Toffoli”, o voto de Marco Aurélio Mello foi contra a sua legalidade e que deveria ser extinto. Para ele, o Inquérito criado por Toffoli e que vem sendo dirigido por Alexandre de Morais é um procedimento “natimorto”.
Em sua explanação, o Ministro do Supremo Tribunal Federal explica que o procedimento não poderia ter se iniciado a pedido do próprio Supremo Tribunal Federal, considerando ser o Judiciário o Poder que Julgará o processo futuramente. A isso ele chamou de “verdadeiro juízo de exceção”. “Toda concentração de poder é perniciosa” disse em outro trecho do vídeo.

Inquérito das Fake News continua, com a maioria dos Ministros votando a favor.


Marco Aurélio Mello era tido, antes da ascensão de Gilmar Mendes, como o ministro mais polêmico do STF. Ele é ministro da corte desde 1990.

Em julho de 2000 concedeu habeas corpus a Salvatore Alberto Cacciola, proprietário do falido Banco Marka e supostamente responsável por um prejuízo estimado em 1,5 bilhão de reais aos cofres públicos

Em outra atitude considerada polêmica, Marco Aurélio de Mello foi o único ministro a votar a favor de conceder ordem de habeas corpus a Suzane Louise von Richthofen,[19] jovem de classe média-alta paulista que foi julgada e considerada culpada pelas mortes dos próprios pais.

Em junho de 2013, foi o único ministro do STF a votar contra a prisão do deputado federal Natan Donadon (PMDB-RO), no caso em que pela primeira vez o STF mandou prender um deputado condenado desde a Constituição de 1988

Em 19 de Dezembro de 2018, Marco Aurélio deferiu pedido apresentado pelo PCdoB, determinando a soltura de todos os presos detidos por decisão da 2ª instância.

Em 5 de outubro de 2016, o STF decidiu sobre a possibilidade de prisão em segunda instância. O ministro Marco Aurélio Mello foi o relator do processo e votou contrário a esta possibilidade.

Quando foi indicado pelo seu primo, Fernando Collor de Mello, a oposição e muitos advogados acusaram o presidente de nepotismo. Em março de 2014, Marco Aurélio Mello teve uma de suas filhas, a advogada Letícia de Santis Mendes de Farias Mello, então com 37 anos, nomeada pela presidente Dilma Rousseff pelo quinto constitucional da OAB para o cargo de desembargadora do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2ªR), sediado no Rio de Janeiro, apesar de ela ter sido considerada nova e inexperiente para assumir o cargo.


Assita ao vídeo com o voto do Ministro do STF sobre o Inquérito das Fake News:

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